O trabalho acorda na hora certa.

O Motor Age desperta agentes por horário, evento, condição, fila ou solicitação e registra entrega, bloqueio e nova tentativa.

O trabalho acorda na hora certa.

Uma agenda de 24 horas cruza cada heartbeat com a fila, o contexto, as permissões e o próximo trabalho.

O heartbeat desperta o agente na hora certa.

Financeiro acorda a cada quatro horas; Atendimento revisa a fila sempre que o acordo de nível de serviço (SLA) rompe o limite. O Comercial roda a cada oito horas e o Conteúdo, a cada doze. O primeiro batimento do dia abre a posição de caixa; o seguinte olha vencimentos. Horário, evento, condição, fila e solicitação são os cinco gatilhos.

Ao acordar, a rotina procura o próximo trabalho liberado.

Dependências e aprovação separam o que pode começar do que permanece bloqueado. Ao acordar, a rotina procura o próximo trabalho já liberado. Um ticket fora do SLA entra na frente do que ainda tem prazo. O que espera decisão humana continua parado, e a rotina segue adiante.

Antes de agir, o agente recebe contexto, evidências e permissões.

A rotina recebe dados do negócio, decisão de origem e política ativa antes de tocar a operação. O agente Financeiro chega com caixa e vencimentos já consultados. Sem esse pacote, o ciclo busca tudo de novo a cada rodada. A permissão do workspace define até onde o agente pode mexer.

O agente executa, delega ou pede aprovação.

O caminho depende do escopo e do risco; a fila conserva quem fica responsável pelo próximo estado. O agente executa sozinho quando escopo e risco cabem na política. Ele delega quando o próximo passo exige outra competência. Ele pede aprovação quando o risco ultrapassa o limite declarado.

A entrega fica no histórico e define quando a rotina volta.

Conclusão, bloqueio ou nova tentativa atualizam a trilha e calculam a próxima ativação. Uma pausa por dados de clientes incompletos aparece no histórico com hora e motivo. A entrega fica registrada com o horário e o estado final. O ciclo seguinte retoma do ponto registrado, não do começo.

Um horário sozinho não cria uma rotina.

Exemplo demonstrativo: O heartbeat acorda o agente. A fila, o contexto e a política definem qual trabalho pode avançar. SÓ UM HORÁRIO. 08:00: o relógio dispara sem olhar a fila. Contexto: a tarefa precisa buscar tudo outra vez. Falha: o próximo ciclo não sabe o que aconteceu. CICLO INTELIGENTE. Heartbeat: acorda por horário, evento ou condição. Trabalho liberado: puxa apenas o que pode avançar. Histórico: entrega e tentativa definem o próximo ciclo.

Cada rotina começa com um tipo de sinal.

Exemplo demonstrativo: gatilho: horário; exemplo operacional: Financeiro · 12:00; o que libera: conferência de caixa. gatilho: evento; exemplo operacional: pagamento recusado; o que libera: nova tentativa de cobrança. gatilho: condição; exemplo operacional: margem abaixo de 31%; o que libera: revisão da campanha. gatilho: fila; exemplo operacional: ticket fora do SLA; o que libera: prioridade de atendimento. gatilho: solicitação; exemplo operacional: responsável pede reprocessamento; o que libera: novo ciclo com histórico.

Cada passagem mostra quem assume o próximo passo.

Exemplo demonstrativo: A rotina executa o que a política libera, delega o que exige outra competência e pede aprovação quando o risco ultrapassa o limite. Agente Financeiro: consulta caixa e vencimentos. Marina · Growth: recebe ajuste de campanha. Felipe · Diretor: decide o risco de receita. Agente de Controle: acompanha o efeito registrado.

Pausa e falha também ficam no histórico.

Exemplo demonstrativo: 08:00: Financeiro conclui conferência de caixa. 09:14: Comercial pausa por dados de clientes incompletos. 10:02: Atendimento falha ao abrir ticket e agenda nova tentativa. 10:07: nova tentativa conclui e registra o SLA. 12:00: heartbeat puxa a fila liberada do próximo ciclo.

O Age registra a entrega. O Controla acompanha o efeito.

O registro volta ao ciclo e dá ao Controla o ponto de partida para acompanhar o resultado.